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Jovens animamaram vigília de oração em preparação ao Sínodo Amazônico

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A vigília de oração em preparação ao Sínodo Amazônico e que abre oficialmente o projeto “Amazônia: Casa Comum” aconteceu neste sábado (5), a partir das 19h30, na Igreja de Santa Maria em Traspontina, na Via della Conciliazione, rua que dá acesso ao Vaticano. O momento foi animado pelos Jovens do Empenho Missionário (GIM) provenientes de várias cidades italianas: Milão, Pádua, Verona, Nápoles e Bari. Com mochilas e sacos de dormir, eles acompanharam a viagem que os levaram até Roma para apoiar com a oração os padres sinodais.

O Irmão Antonio Soffientini, comboniano, da secretaria executiva do projeto, disse que os jovens têm demonstrado uma grande sensibilidade ambiental e eclesial: “essa maneira de ser Igreja, de se mostrar próximo dos mais vulneráveis, interessa muito aos jovens, em especial, àqueles do GIM, que escolheram esse percurso de formação justamente para compartilhar com os seus coetâneos momentos de análise crítica da realidade e de empenho concreto”.

Vigília lembrou de mártires da Amazônia

A Vigília de Oração também abriu espaço para um momento dedicado à lembrança dos mártires em defesa do povo e da floresta amazônica, como Pe. Ezequiel Ramin, Irmã Dorothy Stang e Chico Mendes. Personalidades que serão recordadas também nos próximos eventos, como na conferência do dia 8 de outubro, intitulada “Igreja que dá a vida pela Amazônia”, e na “Peregrinação pela Amazônia”, prevista para a manhã do dia 19 de outubro.

Neste sábado, a Igreja de Santa Maria também foi aberta à diversidade dos povos, aos elementos da natureza, à partilha e à escuta, graças aos momentos de espiritualidade amazônica que foram orientados pela Equipe Itinerante e por indígenas presentes na Vigília de Oração, como os representantes do grupo étnico Sateré Mawé, do Brasil.

Texto adaptado originalmente encontrado em: https://www.vaticannews.va/pt.html

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ARAS Cáritas conclui mais um ano letivo da Escola de Português para Migrantes

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Coordenado pela entidade, o curso conta com equipe de professores voluntários

No último domingo (9), a ARAS Cáritas entregou o certificado de conclusão do curso – níveis de alfabetização, iniciante e básico – para os quase 50 alunos da Escola de Português para Migrantes. As aulas terminaram com confraternização e homenagem à equipe de 16 voluntários que, durante todo o ano, dedicaram os domingos ao ensino dos migrantes.

A maioria dos alunos que estuda na escola da ARAS, localizada na Vila Santo Antônio, no prédio anexo à sede da entidade, é proveniente do Haiti. Porém, além de alunos haitianos, também passaram pelas aulas, este ano, pessoas vindas do Paraguai, Espanha, Síria e Guiné e outros países africanos. Essas pessoas vieram para Maringá para começar uma nova vida.

“O objetivo do curso coordenado pela ARAS Cáritas é fornecer acolhimento e conhecimento básicos para que os migrantes consigam romper as barreiras do idioma, e da cultura, e assim alcancem uma condição melhor de vida”, afirma o presidente da entidade, padre Emerson Cícero de Carvalho.

Durante este ano letivo, de março até agora, a Escola teve um aluno de Alfabetização (adulto); uma turma de acolhida/iniciantes; e uma de nível básico. O material utilizado pelos professores é organizado pelos próprios voluntários.

Para a confecção das apostilas do nível iniciante, a escola contou com a colaboração voluntária da professora Ana Carolina Negro. Servidora pública, bacharel em direito (UEL), ela é professora de língua inglesa há 24 anos, com especialização em Psicopedagogia e Ensino de Língua Estrangeira (também pela UEL).

“Faço questão de contribuir com o projeto por uma questão humanitária e de solidariedade. Eu já estive do lado em que estão, na qualidade de migrante. Eu sei como é difícil enfrentar um país estrangeiro, com língua, cultura e hábitos diferentes. Ter que sobreviver a esse turbilhão de novidades e ser ‘obrigado’ a dar certo é tarefa, por vezes, pesada demais”, comenta a professora.

Voluntários

A responsável pelo trabalho de alfabetização é a voluntária Maria Luísa de Moura, de 64 anos, farmacêutica aposentada. Ela iniciou seu trabalho na escola, como professora da turma de nível básico porém, logo aceitou o desafio de se dedicar exclusivamente a essa necessidade especial que surgiu a partir do segundo mês.

Ao entregar o certificado para o aluno Gelin Gounin, a professora de alfabetização procurou incentivar todos os demais alunos: “Destacando o esforço do Gelin, destaco o de todos que perseveraram. Quero pedir que não desistam dos sonhos e dos objetivos de vocês. Hoje vocês concluíram este curso da ARAS, se seguirem adiante iram conquistar muitas outras etapas”, comentou.

Outro professor voluntário da escola é o estudante Renan Souza, de 20 anos. Ele, que cursa o 3º ano de Engenharia Química na UEM, começou na escola como auxiliar, em julho. Já lecionou tanto na turma de ensino básico como na iniciante. “Eu aprendo muito com eles. Para ensinar, a gente tem que ter humildade para aprender também. O que eu mais aprendi é como lidar com o outro, principalmente pessoas que são (culturalmente) bem diferentes da gente”, afirma Renan.

Para 2019, ele pretende voltar às atividades na escola, como professor. E assume um novo desafio: “quero incentivar outros voluntários, sejam amigos, família ou colegas da faculdade para entrarem no projeto”.

Outras escolas

Além de coordenar a própria escola, este ano, a ARAS Cáritas contribuiu com o fomento e o apoio de outras três unidades de Ensino de Português para Migrantes. São duas turmas que iniciaram as atividades na paróquia Santa Isabel, em Maringá, que conta com seis professores voluntários; três turmas de adultos e uma de crianças, em Sarandi, na sede da PROMEC, com cinco voluntários; e outras duas turmas em Mandaguari, na paróquia Bom Pastor, com quatro voluntários.

Nas quatro unidades, são 192 alunos. As aulas, em 2019, serão retomadas no início de fevereiro. As pessoas interessadas em participar do projeto, como voluntárias, podem procurar a ARAS Cáritas pelos telefone (44) 3263-4887, email arasmaringa@gmail,com ou Facebook.com/aras.maringa.

 Fonte: Site da Arquidiocese de Maringá.

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